Cateto Oposto - Banda Brasileira de Rock n' Roll
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Banda Cateto Oposto

Banda de Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro, formada em 1999, quando alguns amigos do baterista Flávio (que havia dado uma parada com as baquetas) sugeriram a formação de uma banda para acabar o silêncio e ostracismo da galera. Nas reuniões iniciais, regadas a cerveja, surgiram o repertório inicial e as sugestões de nome (“Armário Embutido”, “Cerveja 1 Real”, “Ventilador de Teto” e outras atrocidades que não merecem ser lembradas). A partir daí, vieram os ensaios iniciais, realizados em um terreno baldio que servia de galinheiro e ferro-velho. Definitivamente, esse não era o caminho do sucesso. Após algumas paradas e mudanças de formação, a banda conseguiu manter uma regularidade, criando suas próprias composições e definindo o seu repertório, onde são demonstradas todas as influências. O propósito principal do Cateto é o Rock and Roll. Entre os componentes temos Professores, Analistas de Sistemas e Empresários. Isso já demonstra a variedade de pensamentos da banda. Mas, em todas as formações sempre foi pensado que o palco é lugar para nos divertirmos e divertir a todos. Os shows do Cateto são sempre agitados e concorridos pelos amigos, uma vez que a banda não costuma ter uma agenda regular de shows. De qualquer forma, estamos pensando em mudar isso, uma vez que a cobrança é grande por parte dos próprios componentes e dos amigos. Todos os componentes da banda atualmente já tocaram juntos em outros momentos ou se conhecem do meio do Rock And Roll. A cena Rock da Zona Oeste do Rio de Janeiro sempre foi muito forte, e todos tocaram em bandas conhecidas pela área: Douglas Marinho (Voz), Fábio Luiz (Guitarra), Rafael "Mamute" Mattos (Guitarra), Fabrício Toscano (Baixo) e Flávio "Pexe" Fonseca (Bateria). O som do Cateto mantém uma linha bem firme sobre o Rock and Roll anos 70/80, passando pelo Southern Rock da mesma época. As maiores influências do Cateto são o Creedence Clearwater Revival, Lynyrd Skynyrd, Free, passando por Marillion, Quen, Pink Floyd, Deep Purple e Led Zeppelin e pegando uma carona no som de Black Crowes e Lenny Kravitz (os melhores anos 70 dos anos 90). Sobre essa linha foram criadas as nossas composições: "Infinita Distância" (essa sobrevivente da época da primeira formação, tendo sido feitas algumas modificações), "Folhas Pelo Vento", "Delírios de Um Animal" e "Espero Fevereiro". O mais importante que é levado pela banda é que, o som que tocamos é o som que gostamos, ou seja, estamos curtindo o que estamos fazendo e a energia do palco passa para o público. Essa a nossa maior satisfação: saber que temos, pelo menos, bom gosto.


Douglas Marinho (Vocal)

Douglas Marinho, vocalista.

Com algumas gravações encontradas no seu "Primeiro Gradiente", identificamos que Dominó, Yahoo, Menudo, Mara Maravilha, e Xuxa fizeram parte da iniciação musical do rapaz. Hoje, mais amadurecido, ele garante que não vê a Mara na TV e diz preferir as versões originais das músicas "Anjo" (Aerosmith) e "Mordidas de Amor" (Def Leppard).



Fábio "Física" Luiz (Guitarra)

Fábio 'Física' Luiz, guitarrista.

Aprendeu a tocar em um violão casca de alho. Com o aprendizado de física e eletrônica, montou sua primeira viola elétrica, onde acompanhava um carro de som em que se ouvia "Eu tenho capa... de fogão... tenho rede...". Essa experiência o fez desenvolver os seus próprios pedais de efeitos (sonoros e visuais), que dispensam o uso de jogos de luz em shows da banda.



Rafael "Mamute" Mattos (Guitarra)

Rafael 'Mamute' Mattos, guitarrista.

Fisiculturista, tem como ídolos Arnold Schwarzenegger e o cãozinho Snoopy. Há boatos de que sua guitarra pesa cerca de 500 kg (ninguém, além dele, consegue levantá-la) e que sua palheta tenha sido feita com material do martelo de Thor. No palco, ficamos com certa apreensão, pois, um tiro de zarabatana em um de seus braços o fará voar pelos ares.



Fabrício Toscano (Baixo)

Fabrício Toscano, baixista.

Menino novo, faz parte da cota do projeto social do Cateto, em que fazemos de tudo para não deixar os jovens se desvirtuarem no mundo das drogas. Seu visual "banda teen" não indica que estamos tentando atingir um público diferente, e sim, mostrar que podemos salvar os mais jovens. Acreditando que Pink Floyd se tratava de um desenho animado, descobriu ser fã dessa grande banda.



Flávio "Pexe" Fonseca (Bateria)

Flávio 'Pexe' Fonseca, baterista.

Sempre antenado com as atualidades, perdeu suas longas madeixas depois de usar Creme Rinse Colorama e gel New Wave na década de 80. Aprendeu a tocar tarol assistindo ao comercial do coelhinho das pilhas Duracell. Possui algumas passagens pela polícia, por perturbação ao silêncio alheio. Não sabe tocar tan-tan e nem pandeiro.